Dose excessiva de condimentos
Na verdade, não sei porque nos preocupa tanto a temática e assuntos a invadir diariamente os noticiários e as páginas dos jornais, como é o caso do TGV.
Serão uma estratégia económica, ocupacional ou hegemónica?
Ninguém melhor que os interessados e as entidades competentes para dar resposta a esta minha interrogação. Mas será só minha, ou de muitos outros portugueses que inconscientemente vêem as suas necessidades a serem segundo plano?
Algo absurdo este meio de transporte?! Ou algo imprescindível?!
Há quem diga ser uma necessidade supérflua. Eu cá, defendo que é mesmo isso. Como cidadã posso mesmo adjectivar o TGV como algo do género.
Isto, porque francamente não percebo a demora e as mudanças sucessivas que fazem parte da implementação deste transporte no país.
Um processo tão complexo, será que esta a ser preparada tendo em conta uma melhoria substancial na economia e gestão espacial do nosso território? Ou só terá em conta dar resposta aos interesses e preocupações pessoais dos responsáveis máximos do país e seus aliados internacionais?
Uma coisa é certa, um jantar ou até mesmo um filho, não necessitam de um projecto ou de um conjunto de ingredientes tão complexos… e o resultado normal qual é? Um produto invejável, porque a entrega e o agradar comum este lá.
E este? Feito na minha opinião com base em caprichos e me dose excessiva de condimentos, não terá como fim o: “sair o tiro pela culatra”?
Srs. responsáveis, “mais vale um pássaro na mão que dois a voar!”.
A ânsia e a ganância nunca foram ingredientes benéficos.
Serão uma estratégia económica, ocupacional ou hegemónica?
Ninguém melhor que os interessados e as entidades competentes para dar resposta a esta minha interrogação. Mas será só minha, ou de muitos outros portugueses que inconscientemente vêem as suas necessidades a serem segundo plano?
Algo absurdo este meio de transporte?! Ou algo imprescindível?!
Há quem diga ser uma necessidade supérflua. Eu cá, defendo que é mesmo isso. Como cidadã posso mesmo adjectivar o TGV como algo do género.
Isto, porque francamente não percebo a demora e as mudanças sucessivas que fazem parte da implementação deste transporte no país.
Um processo tão complexo, será que esta a ser preparada tendo em conta uma melhoria substancial na economia e gestão espacial do nosso território? Ou só terá em conta dar resposta aos interesses e preocupações pessoais dos responsáveis máximos do país e seus aliados internacionais?
Uma coisa é certa, um jantar ou até mesmo um filho, não necessitam de um projecto ou de um conjunto de ingredientes tão complexos… e o resultado normal qual é? Um produto invejável, porque a entrega e o agradar comum este lá.
E este? Feito na minha opinião com base em caprichos e me dose excessiva de condimentos, não terá como fim o: “sair o tiro pela culatra”?
Srs. responsáveis, “mais vale um pássaro na mão que dois a voar!”.
A ânsia e a ganância nunca foram ingredientes benéficos.







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