Jovens Promessas
Este é na verdade um termo muito utilizado no universo futebolístico de hoje em dia. Mas onde começa e termina este termo? Será que um menino na sua idade de formação pode ser considerado uma “jovem promessa”?
Verdadeiramente, é apenas na adolescência que, normalmente, se começa a falar em jovens talentosos. Antes dessa idade, o futebol é visto e encarado por muitos como apenas mais um hobby, paralelo a todas as outras actividades. Raramente alguém pensa numa carreira profissional para um meninos de sete, oito ou dez anos. A actividade desportiva assume-se como um elemento importante na fase de formação das crianças, mas pouco mais do que isso. A infância é, talvez, a fase mais importante do desenvolvimento do ser humano. É um tempo de definição de gostos e de carácter, que nos prepara para as etapas mais difíceis da nossa vida futura.
É do conhecimento de todos que há vários miúdos que ficam pelo caminho. São inúmeras as histórias de futebolistas que encaram destinos bastante diferentes. Afinal, o mercado futebolístico está saturado, e só existe espaço para os verdadeiramente bons ou para aqueles que se conseguem fazer notar aos responsáveis dos diferentes clubes. Uma série de talentos acima da média, esperam escondidos nas sombras a oportunidade de se mostrarem ao mundo. Uns poderão ter sorte e tornam-se assim bem conhecidos dos apreciadores do desporto-rei, enquanto outros se vêm condenados a construir uma carreira nas divisões inferiores do seu país natal, sem que o seu nome chegue verdadeiramente às páginas dos jornais. Sendo muito importante para além da sorte, um bom empresário e conhecimentos que lhes permitam chegar mais longe no desporto que praticam. ~
Mas na verdade de onde vem o talento?
Algures, nos 23 pares de cromossomas de cada miúdo, está escrito que se poderá vir a consagrar num grande futebolista. Treina, decora truques, formar uma mente gélida, e decalca no pensamento que poderá ser assim tão bom quanto anseia. Algures, no código genético de cada um, está determinado, tão certo como o destino para quem nele acredita, que será aplaudido de pé depois de um golo fantástico. Querem a todo o instante fazer a jogada da sua vida. A bola é um denominador comum, gravada em cada gene.
O futebol é sobretudo um tempo de paixões arrebatadoras, que define a vida de cada “puto” e afirma-se como um dos elementos mais importantes daquela etapa da evolução.
Verdadeiramente, é apenas na adolescência que, normalmente, se começa a falar em jovens talentosos. Antes dessa idade, o futebol é visto e encarado por muitos como apenas mais um hobby, paralelo a todas as outras actividades. Raramente alguém pensa numa carreira profissional para um meninos de sete, oito ou dez anos. A actividade desportiva assume-se como um elemento importante na fase de formação das crianças, mas pouco mais do que isso. A infância é, talvez, a fase mais importante do desenvolvimento do ser humano. É um tempo de definição de gostos e de carácter, que nos prepara para as etapas mais difíceis da nossa vida futura.
É do conhecimento de todos que há vários miúdos que ficam pelo caminho. São inúmeras as histórias de futebolistas que encaram destinos bastante diferentes. Afinal, o mercado futebolístico está saturado, e só existe espaço para os verdadeiramente bons ou para aqueles que se conseguem fazer notar aos responsáveis dos diferentes clubes. Uma série de talentos acima da média, esperam escondidos nas sombras a oportunidade de se mostrarem ao mundo. Uns poderão ter sorte e tornam-se assim bem conhecidos dos apreciadores do desporto-rei, enquanto outros se vêm condenados a construir uma carreira nas divisões inferiores do seu país natal, sem que o seu nome chegue verdadeiramente às páginas dos jornais. Sendo muito importante para além da sorte, um bom empresário e conhecimentos que lhes permitam chegar mais longe no desporto que praticam. ~
Mas na verdade de onde vem o talento?
Algures, nos 23 pares de cromossomas de cada miúdo, está escrito que se poderá vir a consagrar num grande futebolista. Treina, decora truques, formar uma mente gélida, e decalca no pensamento que poderá ser assim tão bom quanto anseia. Algures, no código genético de cada um, está determinado, tão certo como o destino para quem nele acredita, que será aplaudido de pé depois de um golo fantástico. Querem a todo o instante fazer a jogada da sua vida. A bola é um denominador comum, gravada em cada gene.
O futebol é sobretudo um tempo de paixões arrebatadoras, que define a vida de cada “puto” e afirma-se como um dos elementos mais importantes daquela etapa da evolução.







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