"Ah esses só agora é que apareceram!"
| à(s) 13:10
Hoje na aula de Linguagem dos Media, ao falar-se de ideologias e de crenças, veio à conversa os adeptos de futebol.
Depois, de muitos elementos da turma anunciarem as suas preferências clubísticas, sai-se alguém com este comentário:
- "Do FCPorto? Não sou! Sou braguista."
O professor prontamente proferiu com um certo tom de ironia:
-"Ah esses só agoram é que apareceram!"
A risota instaurou-se na sala, e posso mesmo arriscar ao dizer que na grande maioria a concordância também.
Depois deste momento, muito francamente vim para casa e reflecti acerca de tudo que envolve o clube do minho e seus adeptos.
Ao clube bracarense foi necessário chegar um treinador, com uma boa filosofia de jogo, boas técnicas, excelente trabalho táctico e em equipa, para fazer história na história do SCBraga. Um trabalho técnico que é digno de se tirar o chapéu. Um trabalho com mérito. Esse ningúem lho tira.
Mas onde andava a massa associativa braguista actual na época passada?
Esta época assistismo por parte deles a um movimento incansável em massa. Acompanham a equipa, invadem estádios...
Nunca é demais felicitar e congratular aqueles que dão voz ao clube que defendem. Estes adeptos do minho de que aqui falo têm se revelado numa surpresa muito positiva para todos. São eles que cada vez mais acreditam e acham que vai ser possível...
Engana-se quem defende que a tarefa de adepto é fácil. Convicta estou e convicta posso afirmar por tudo o que vivo no estádio que ser adepto envolve um enormíssimo grau de irracionalidade."Adepto não pensa. Adepto não descarta e não dispensa o uso da emoção. Ele simplesmente assume incondicionalmente uma identidade. Sabe fazer uma escolha para o bem e para o mal. Toma assim uma crença e leva-a até ao fim."
O adepto ri e chora, e para ele é considerado aceitável chorar. Por isso, homens e mulheres crescidos portem-se como autênticas crianças e façam-no. Chorem em prol daquilo em que mais acreditam e que é possível ser alcançado no devido momento.
Em Braga esta época nada disto é excepção. Em Braga chora-se, canta-se, aplaude-se... enfim... acredito que a cima de tudo, neste momento, os braguistas sintam.
No entanto, a minha dúvida irá persistir até daqui a algum tempo. Isto não acontece só porque o SCBraga está num momento muito favorável e que desperta assim o interesse aqueles que para além de braguistas são anti-benfiquista?
Um dia... terei resposta a esta pergunta. Talvez já, na próxima época desportista 2010/2011.
Programa "Jogada Final"
| à(s) 18:16
Jogada Final é um programa de cariz desportivo, da Rádio da Universidade da Beira Interior (RUBI) com Ana Mário Praça, Cátia Pereira e Vítor Aleixo. Semanalmente pretende fazer um rescaldo das jornadas de fim-de-semana das mais variadas modalidades desportivas, com especial incidência sobre o futebol. Pretende dessa forma, abordar, apresentar e comentar classificações e resultados semanais assim como tudo aquilo que se pode tornar destaque no desporto em Portugal e quiçá a nível mundial. Assim como fazer retrospectiva de todo o que de importante se passou na área desportiva.
Dose excessiva de condimentos
| à(s) 22:37
Na verdade, não sei porque nos preocupa tanto a temática e assuntos a invadir diariamente os noticiários e as páginas dos jornais, como é o caso do TGV.
Serão uma estratégia económica, ocupacional ou hegemónica?
Ninguém melhor que os interessados e as entidades competentes para dar resposta a esta minha interrogação. Mas será só minha, ou de muitos outros portugueses que inconscientemente vêem as suas necessidades a serem segundo plano?
Algo absurdo este meio de transporte?! Ou algo imprescindível?!
Há quem diga ser uma necessidade supérflua. Eu cá, defendo que é mesmo isso. Como cidadã posso mesmo adjectivar o TGV como algo do género.
Isto, porque francamente não percebo a demora e as mudanças sucessivas que fazem parte da implementação deste transporte no país.
Um processo tão complexo, será que esta a ser preparada tendo em conta uma melhoria substancial na economia e gestão espacial do nosso território? Ou só terá em conta dar resposta aos interesses e preocupações pessoais dos responsáveis máximos do país e seus aliados internacionais?
Uma coisa é certa, um jantar ou até mesmo um filho, não necessitam de um projecto ou de um conjunto de ingredientes tão complexos… e o resultado normal qual é? Um produto invejável, porque a entrega e o agradar comum este lá.
E este? Feito na minha opinião com base em caprichos e me dose excessiva de condimentos, não terá como fim o: “sair o tiro pela culatra”?
Srs. responsáveis, “mais vale um pássaro na mão que dois a voar!”.
A ânsia e a ganância nunca foram ingredientes benéficos.
Serão uma estratégia económica, ocupacional ou hegemónica?
Ninguém melhor que os interessados e as entidades competentes para dar resposta a esta minha interrogação. Mas será só minha, ou de muitos outros portugueses que inconscientemente vêem as suas necessidades a serem segundo plano?
Algo absurdo este meio de transporte?! Ou algo imprescindível?!
Há quem diga ser uma necessidade supérflua. Eu cá, defendo que é mesmo isso. Como cidadã posso mesmo adjectivar o TGV como algo do género.
Isto, porque francamente não percebo a demora e as mudanças sucessivas que fazem parte da implementação deste transporte no país.
Um processo tão complexo, será que esta a ser preparada tendo em conta uma melhoria substancial na economia e gestão espacial do nosso território? Ou só terá em conta dar resposta aos interesses e preocupações pessoais dos responsáveis máximos do país e seus aliados internacionais?
Uma coisa é certa, um jantar ou até mesmo um filho, não necessitam de um projecto ou de um conjunto de ingredientes tão complexos… e o resultado normal qual é? Um produto invejável, porque a entrega e o agradar comum este lá.
E este? Feito na minha opinião com base em caprichos e me dose excessiva de condimentos, não terá como fim o: “sair o tiro pela culatra”?
Srs. responsáveis, “mais vale um pássaro na mão que dois a voar!”.
A ânsia e a ganância nunca foram ingredientes benéficos.
"Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se! A beleza é tudo isto."
| à(s) 18:59
Jamais poderia deixar de partilhar convosco a opinião dos homens sobre o corpo feminino por Paulo Coelho.
"Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.
Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem.
Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas. As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas... . Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem.
Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los.
Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura.
A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras. A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor. As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas... Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim.
Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão.
É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde.
Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês. porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher.
Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda. As jovens são lindas.. mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado.
O corpo muda... cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo.
Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (sem sabotagem e sem sofrer); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.
Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias,peito mais descaido não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos 'em formol' nem em spa... viveram!
O corpo da mulher é a prova de que Deus existe.
É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, embalados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesarianas e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.
Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se!
A beleza é tudo isto."
Jovens Promessas
| à(s) 20:14
Este é na verdade um termo muito utilizado no universo futebolístico de hoje em dia. Mas onde começa e termina este termo? Será que um menino na sua idade de formação pode ser considerado uma “jovem promessa”?
Verdadeiramente, é apenas na adolescência que, normalmente, se começa a falar em jovens talentosos. Antes dessa idade, o futebol é visto e encarado por muitos como apenas mais um hobby, paralelo a todas as outras actividades. Raramente alguém pensa numa carreira profissional para um meninos de sete, oito ou dez anos. A actividade desportiva assume-se como um elemento importante na fase de formação das crianças, mas pouco mais do que isso. A infância é, talvez, a fase mais importante do desenvolvimento do ser humano. É um tempo de definição de gostos e de carácter, que nos prepara para as etapas mais difíceis da nossa vida futura.
É do conhecimento de todos que há vários miúdos que ficam pelo caminho. São inúmeras as histórias de futebolistas que encaram destinos bastante diferentes. Afinal, o mercado futebolístico está saturado, e só existe espaço para os verdadeiramente bons ou para aqueles que se conseguem fazer notar aos responsáveis dos diferentes clubes. Uma série de talentos acima da média, esperam escondidos nas sombras a oportunidade de se mostrarem ao mundo. Uns poderão ter sorte e tornam-se assim bem conhecidos dos apreciadores do desporto-rei, enquanto outros se vêm condenados a construir uma carreira nas divisões inferiores do seu país natal, sem que o seu nome chegue verdadeiramente às páginas dos jornais. Sendo muito importante para além da sorte, um bom empresário e conhecimentos que lhes permitam chegar mais longe no desporto que praticam. ~
Mas na verdade de onde vem o talento?
Algures, nos 23 pares de cromossomas de cada miúdo, está escrito que se poderá vir a consagrar num grande futebolista. Treina, decora truques, formar uma mente gélida, e decalca no pensamento que poderá ser assim tão bom quanto anseia. Algures, no código genético de cada um, está determinado, tão certo como o destino para quem nele acredita, que será aplaudido de pé depois de um golo fantástico. Querem a todo o instante fazer a jogada da sua vida. A bola é um denominador comum, gravada em cada gene.
O futebol é sobretudo um tempo de paixões arrebatadoras, que define a vida de cada “puto” e afirma-se como um dos elementos mais importantes daquela etapa da evolução.
Verdadeiramente, é apenas na adolescência que, normalmente, se começa a falar em jovens talentosos. Antes dessa idade, o futebol é visto e encarado por muitos como apenas mais um hobby, paralelo a todas as outras actividades. Raramente alguém pensa numa carreira profissional para um meninos de sete, oito ou dez anos. A actividade desportiva assume-se como um elemento importante na fase de formação das crianças, mas pouco mais do que isso. A infância é, talvez, a fase mais importante do desenvolvimento do ser humano. É um tempo de definição de gostos e de carácter, que nos prepara para as etapas mais difíceis da nossa vida futura.
É do conhecimento de todos que há vários miúdos que ficam pelo caminho. São inúmeras as histórias de futebolistas que encaram destinos bastante diferentes. Afinal, o mercado futebolístico está saturado, e só existe espaço para os verdadeiramente bons ou para aqueles que se conseguem fazer notar aos responsáveis dos diferentes clubes. Uma série de talentos acima da média, esperam escondidos nas sombras a oportunidade de se mostrarem ao mundo. Uns poderão ter sorte e tornam-se assim bem conhecidos dos apreciadores do desporto-rei, enquanto outros se vêm condenados a construir uma carreira nas divisões inferiores do seu país natal, sem que o seu nome chegue verdadeiramente às páginas dos jornais. Sendo muito importante para além da sorte, um bom empresário e conhecimentos que lhes permitam chegar mais longe no desporto que praticam. ~
Mas na verdade de onde vem o talento?
Algures, nos 23 pares de cromossomas de cada miúdo, está escrito que se poderá vir a consagrar num grande futebolista. Treina, decora truques, formar uma mente gélida, e decalca no pensamento que poderá ser assim tão bom quanto anseia. Algures, no código genético de cada um, está determinado, tão certo como o destino para quem nele acredita, que será aplaudido de pé depois de um golo fantástico. Querem a todo o instante fazer a jogada da sua vida. A bola é um denominador comum, gravada em cada gene.
O futebol é sobretudo um tempo de paixões arrebatadoras, que define a vida de cada “puto” e afirma-se como um dos elementos mais importantes daquela etapa da evolução.
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